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ROSEICOLLIS

É a espécie de maior número e a mais popular no mundo, teve origem no sudoeste da África.
Mede 15 a 17 cm e pesa aproximadamente 50g.
O macho e a fêmea são idênticos e, apenas nas aves com cores ligadas ao sexo é possível definir o sexo da ave jovem, conforme o cruzamento.
São sociáveis entre si e outros pássaros. Porém são extremamente territorialistas e deve-se tomar muito cudado ao introduzir uma nova ave na gaiola ou viveiro.
Durante a época de criação( melhor época de Março a novembro) as fêmeas transportam o material de construção dos ninhos nas penas.
Os machos se abrigam nos ninhos , porém só alguns dos mais velinhos transportam o material para a sua construção. O material para confecção do ninho pode ser palha de milho, sabugueiro, tiras de papel e folhas de palmeira. Além disso quando são frescas fornecem umidade ao ninho. Esta umidade é fundamental para os ovos, pois facilitam a eclosão.
A postura se dá após 8 dias da cópula e a fêmea bota entre 4 e 7 ovos e o tempo de incubação é de 23 dias. Os ovos começam a ser chocados a partir do 3º ovo na maioria das vezes. Os filhotes nascem pelados e sobrevivem até seu 2º dia com o alimento já existente em seu papo e só começam a ser alimentados pela mãe a partir do 2º dia de vida permanecendo no ninho por até 6 semanas. A sua alimentação é tarefa da fêmea nas primeiras 3 semanas de vida, que por sua vez é alimentada pelo macho que regurgita o alimento para o bico desta. Após este período a alimentação dos filhotes é feita pelo casal mas predominantemente pelo macho. Mesmo após a saída dos filhotes do ninho o macho continua durante o período de aprendizagem dos filhotes a alimentá-los no bico, bem como a defendê-los de outros pássaros se estiverem em colônias.
Os filhotes são um pouco mais claros que os pais e a base do bico é negra e vai clareando com a idade, só adquirindo a sua cor definitiva a quando da muda de penas.
É a espécie com maior número de mutações, sendo a mais recente o opalino.
Mutações
Dominantes: Arlequim Dominante.
Parcialmente Dominantes: Violeta e Fator escuro.
Sex-linked: Ino (lutino / cremino), Palido (Canela Australiano), Canela Americano e Opalino.
Recessivas: Aqua (Azul), Cara Laranja, Turquoise (Cara Branca), Golden Cherry Americano (Asa rendada verde), Silver Cherry Americano (Asa rendada azul), Suffused (Golden Cherry Japonês), Amarelo Australiano ( Arlequim Recessivo), Fulvo Pálido (Fulvo Oriental) e Fulvo Bronze (Fulvo Ocidental).
FISCHERS

Há alguns anos, esta espécie tem aumentado consideravelmente seu número de mutações. Isto se deve principalmente ao maior número de criadores interessando-se por esta espécie de agapornis. de popularidade graças ás novas muta ções que foram aparecendo.
Medem aproximadamente 16cme não apresenta dimorfismo sexual, salvo as mutações ligadas ao sexo, onde as diferenciamos pela cor.
Apesar de não ser a espécie mais fácil de se reproduzir, reproduzem-se facilmente, construindo um ninho bastante elaborado com a colaboração do macho e da fêmea.
A fêmea bota de 4 a 7 ovos e o período de incubação é de 23 dias como nos roseicollis. Os filhotes começam a sair do ninho com aproximadamente 45 dias.
Mutações
Dominantes – Arlequim Dominante e Slaty.
Parcialmente Dominantes – Violeta, Factor escuro e Golden Cherry (Edged ,Richard).
Recessivas – Azul , Ino (lutino / Albino) diluído, Amarelo de Olhos Pretos, Branco de Olhos Pretos, Arlequim Recessivo.
PERSONATAS

É uma das quatro espécies que apresenta um aro branco em volta dos olhos ( personata, fischers, lilianae e nigrigenis). Medem cerca de 16 cm, sendo que as fêmeas são sempre maiores que os machos. N ão apresenta diferença sexual.
A criação de personatas é um pouco mais difícil que os roseicollis , mas sem problemas de maior. Os personatas são a espécie de agapornis que constrói o ninho de forma mais elaborada, fazendo ninhos cobertos com material carregado pela fêmea. Os ninhos ficam com palha por todos os lados, inclusive por cima, dificultando observar se há postura ou filhotes.
A fêmea bota de 4 a 7 ovos e o período de incubação é de 23 dias. Os filhotes começam a sair do ninho com aproximadamente 45 dias de vida.
Mutações
Dominantes – Slaty
Parcialmente dominantes – Violeta e Factor Escuro.
Recessivas – Azul, Ino (lutino/ Albino), Fallow, Arlequim e diluído
NIGRIGENIS

Os nigrigenis é a menor espécie que têm o aro branco em redor dos olhos. Uma característica marcante desta espécie é o facto de a íris do seus olhos serem da cor bege.
Não apresenta dimorfismo sexual.
O Tamanho varia de 13 a 15 cm e as fêmeas são um pouco maiores que os machos.
A fêmea bota de 4 a 6 ovos e a postura consiste em cerca de 5 ovos e o tempo de incubação é 22 dias. Os filhotes começam a sair do ninho com aproximadamente 45 dias de idade.
Mutações
Dominantes – Misty
Parcialmente Dominantes – Factor escuro e violeta.
Recessivas – Azul , Diluído, Suffused e lutino.
LILIANAE

Os lilianae é a segunda menor espécie de agapornis com o aro branco em redor dos olhos.
Não apresenta dimorfismo sexual.
O tamanho dos lilianae é de aproximadamente 15 cm, sendo as fêmeas um pouco maiores que os machos.
A fêmea bota de 4 a 6 ovos, porém a fecundação tem um percentual menor. Começa o choco a partir do terceiro ovo e o período de incubação é de 23 dias.
As mutações existentes são o diluído, o azul e o lutino.
PULLARIA

É a espécie menos criada em cativeiro devido á particularidade da confecção do seu ninho que deve de ser todo fechado de cortiça para que o casal abra um tubo onde coloca seus ovos. Além desta característica,o hábito deles saírem muitas vezes do ninho faz com que haja necessidade de uma temperatura ambiente bastante alta para que os filhotes n ão morram de frio.
Machos e as fêmeas são muito semelhantes no fenótipo e no tamanho. A fronte e a face são vermelho alaranjado, uropígio azul claro e plumagem é verde. A máscara é mais pálida na fêmea do que no macho e quando adultos os machos têm penas pretas debaixo das asas, enquanto que nas fêmeas são verdes.
A fêmea bota de 4 a 6 ovos e o período de incubação é aproximadamente 23 dias. Os filhotes começam a sair do ninho por volta dos 45 dias de vida.
TARANTA

É o maior das 9 espécies de agapornis e uma das três que apresenta dimorfismo sexual. O macho possui a testa vermelha enquanto que a fêmea é completamente verde. Mede aproximadamente de 18 cm sendo que nesta espécie, o macho é um pouco maior do que a fêmea.
Os filhotes nascem todos verdes e só após a primeira muda de penas é que pode-se diferenciar machos e fêmeas.Os machos jovens já possuem penas negras debaixo das asas e quando adultos ficam com as rémiges completamente negras.
Menos sensíveis ao frio que as outras espécies de agaponis, dão preferência á época mais fria do ano para criarem.
Constróem o ninho levando pequenos pedaços de folhas ou palha de milho, os quais são transportados nas penas do dorso e uropígio.
Criam geralmente uma só vez no ano e a fêmea bota de três a cinco ovos com incubação de até 30 dias.
O desenvolvimento dos filhotes é também mais demorado do que nas outras espécies de agapornis, e começam a sair do ninho por volta dos 60 dias de vida e continuam a ser alimentados pelos pais durante mais algum tempo.
A sua alimentação é um pouco diferente da dos outros agapornis, a qual deve ter uma maior quantidade de calorias, daí comerem mais girassol e aveia.
A mutaçãos existente que se conhecem é a oliva.
CANA

O cana é o único que não é oriundo do Continente Africano, mas sim da Ilha de Madagáscar. Apresenta dimorfismo sexual , tendo o macho a cabeça cinzenta e a fêmea verde.
São pássaros sensíveis ao frio pelo que não é aconselhável mantê-los ao ar livre com temperaturas inferiores a 10 graus celsius.
A fêmea bota em média de 4 a 4 ovos e o períopdo de postura é em torno de 21 dias.
As fêmeas transportam o material para o ninho nas penas do dorso e do uropígio e transportam até o ninho para sua confecção.
Os filhotes começam a sair do ninho com aproximadamente 40 dias de vida. A única mutação que se conhece é o arlequim.
SWINDERNIANA

É a única espécie de agapornis que não é possível criar em cativeiro pois tudo indica que sua alimentação específica é a base de umas bagas só existentes no seu habitat natural.
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